Queridos amigos, nós vamos nos casar! Estamos vivendo um sonho e gostaríamos de compartilhar cada detalhe da organização do nosso casamento com vocês. Por isso, criamos esse site.
Um grande abraço!
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Que o nosso amor viva para sempre, meu amor...
Quando nasce o amor?
Esta é uma questão que intriga humanos há séculos. Qual é o momento exato em que duas pessoas passam a se amar? Existe esse momento? Talvez esse instante infinitesimal não seja acessível aos mortais. Seria como querer testemunhar o nascimento de uma estrela, ou a divisão de um átomo. Fenômenos fantásticos demais para a nossa rústica percepção da realidade.
Guilherme e Thainá se conheceram na faculdade de direito. Antes mesmo de cruzarem seus caminhos pela primeira vez, os bravos operários do destino trabalhavam discretamente para permitir este encontro. Uma transferência do pai de Thainá, que deveria ser para Fortaleza, calhou de cair em Brasília. Ao mesmo tempo, Guilherme trancava o curso de direito, atrasando em um ano o seu fluxo. Deus está nas coincidências.
O encontro que não deveria ocorrer em condições normais de temperatura e pressão então ocorre e, assim como o rio inevitavelmente corre para o mar, o laborioso destino continuava a aproximar essas duas almas. O tipo de encontro que o acaso gosta de fingir que é descuido. Um sorriso breve, uma conversa tímida, e o destino, satisfeito, fez seu primeiro movimento. Um trabalho que deveria ser em grupo se torna um trabalho em dupla, e das tardes de estudo compartilhado surge uma sincera amizade.
Voltemos à pergunta: quando nasce o amor? Será que nasce nas longas conversas sobre a vida, ou no silêncio confortável que dispensa palavras? Nas risadas que escapam fáceis, no olhar que demora um segundo a mais, na primeira dança, na viagem em que a ausência do outro pesa como saudade? Talvez o amor não nasça. Talvez apenas se revele. Como algo que sempre esteve ali, esperando o momento certo de ser percebido. E foi assim com Guilherme e Thainá. Antes, o mundo era inteiro, mas faltava cor. Era completo, mas não pulsava. Um dia, ambos percebem que algo mudou. Foi como um susto. Como se, por um momento, o tempo tivesse parado para respirar e, quando voltou a correr, tudo estava diferente.
Guilherme e Thainá iniciaram o namoro às margens do lago Paranoá, sob a luz do ocaso do dia 07/08/2018. Ali, o tempo pareceu ceder, como se concedesse um intervalo para que o amor, finalmente, se anunciasse ao mundo. Vieram então os anos, e com eles, as primeiras conquistas. As viagens que expandem o mundo e a pandemia que o encolhe. Terminaram a faculdade lado a lado, enfrentaram juntos o medo, a insegurança, o tédio e o recomeço. Mudaram de casas, de rotinas, de si mesmos. Em cada mudança, aprenderam a permanecer. O amor, esse ser curioso, não se deixou quebrar. Ao contrário: cresceu nas rachaduras, fez morada no cotidiano, resistiu às pressas e às distâncias. Com o tempo, aprendeu a falar baixo, a se sustentar nas coisas simples. O café dividido, a risada cúmplice, o silêncio que não pesa. E quando alguém os via juntos, percebia sem precisar dizer: eram dois que haviam aprendido o segredo de ficar. O amor chegou sem alarde, e sem alarde ficou. Ficou, como quem sabe que já pertence.
Foi às margens do lago El Yeso, no Chile, que Thainá disse sim. O amor, que começou devagar, agora se firma em promessa, não para mudar de forma, mas para permanecer. O casamento como o instante em que o amor ganha nome, data e testemunhas. O marco visível de algo invisível: a eternidade que cabe em um instante.
Ali, Guilherme e Thainá decidiram dar o passo seguinte de quem já aprendeu a dividir sonhos, planos e medos. Decidiram edificar algo maior, construir um lar, uma história, uma vida que acolhe os dois. Decidiram unir seu amor em um ato de fé. Não uma fé cega, mas uma fé experimentada: aquela que já viu o amor resistir e, por isso, se entrega confiante ao futuro. Talvez o amor nasça quando se decide ficar. E o casamento é a sua forma mais bela de permanecer.
No dia 1° de agosto de 2026, Guilherme e Thainá irão se casar.
Amigos, a cerimônia do nosso casamento ocorrerá pontualmente às 16h do dia 1º de agosto de 2026, no Espaço Casa da Ana - Park Way/DF. Nós queremos aproveitar o pôr do sol lindo de Brasília. Então, contamos com a presença de vocês no horário marcado! A recepção acontecerá no mesmo local. Assim, vocês não precisarão se preocupar com o deslocamento.
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